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  • Fernanda Braga

Saúde Mental Ganha Força no Ambiente Corporativo Após Crise Pandêmica

Não é novo o discurso que preconiza a importância da Saúde mental e emocional dentro das organizações, afinal já é cientificamente comprovado, através de pesquisas idôneas, que a emoção pode fazer adoecer. Para exemplificar, vamos pensar em um momento que você fica muito agitado, ansioso e consequentemente estressado, o corpo muda de rota e há uma liberação demasiada de Cortisol, que é um hormônio importante para o corpo, porém quando liberado em excesso prejudica órgãos vitais, podendo causar maior predisposição a inflamações e dificuldade na auto regulação homeostática.

O estresse é um fator desencadeante para doenças físicas e emocionais e hoje já sabemos que há diversas formas de preveni-lo. Uma dessas formas que tem ganhado destaque é a garantia de cuidados emocionais.

Com a instalação da crise pandêmica Covid 19, mais do que nunca, o RH tem a oportunidade de fazer jus à sua missão: cuidar dos recursos para gerir pessoas. Em uma recém pesquisa desenvolvida e divulgada pela consultoria Wisnet (março/2020) que entrevistou 115 diretores supervisores e coordenadores de gestão, foi divulgado que 62% pretendem criar opções para cuidar dos colaboradores mais vulneráveis e 68% priorizam criar ações de saúde para os funcionários. Indicando assim, que o capital humano é fonte de preocupação e mais do que isso, de preservação.

Os problemas psicológicos ocupam atualmente o segundo lugar no ranking de absenteísmo no trabalho, e mesmo tendo se tornado comum, ainda é um tabu para com os que passam pela circunstância, muitas vezes sendo taxados de loucos ou tendo a situação tratada como frescura ou desinteresse. As doenças emocionais já são vistas como um grande problema de ordem pública, dessa forma, uma maneira que as empresas podem lidar com essas questões é pelo caminho da elucidação do assunto, disseminando a ideia de que assim como uma pessoa tem diabetes, ela também pode ter um problema de ordem emocional, ninguém escolhe ficar doente, e assim como as enfermidades de ordem biológicas, as de ordem emocionais também possuem tratamentos e podem ser combatidas.

Acompanhado todo esse cenário, podemos verificar que muitas empresas estão se atentando para essas questões, disponibilizando uma série de programas voltados à saúde mental e tendo com isso ganhos incríveis, proporcionando estratégia integrada de qualidade de vida e bem-estar. Assim, os fatores de risco são minimizados, garantindo que os colaboradores estejam mais aptos a conduzir suas capacidades mentais e físicas e assim realizar o trabalho de maneira profícua.

Pensando nos colaboradores, no momento de pandemia e isolamento social, sentimentos como ansiedade e desesperança podem aumentar. Pensando na empresa, entendemos que a produtividade tem que continuar, e muitas vezes essa conta não fecha. O momento pede respeito, cuidado e empatia dos dois lados. A sugestão da Paralelamente é para que ocorra um ajuste de interesses, e isso pode ser conquistado através de uma comunicação e escuta ativa.

A Paralelamente é uma empresa preocupada com pessoas e entende que o bem estar é algo que pode ser conquistado através de planejamento e ações assertivas, entendemos que qualidade de vida é algo primordial, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional e que esses dois caminhos estão sempre intimamente ligados.

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